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Ciência e Cultura - Agência de notícias da Bahia
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ESPECIAL SUS: PARTE 4 O controle das doenças

O Brasil é composto por 27 unidades federativas, 5.565 municípios; mais de 190 milhões de pessoas. Como acompanhar o que acontece com a saúde dessa população? Saber as doenças mais perigosas, qual população é mais vulnerável a elas, e as ações necessárias para seu controle? Através de um grande banco de dados. Essas redes de informações fornecidas por notificações, investigações diárias e pesquisas constituem a ferramenta mais importante da vigilância epidemiológica, área que faz o controle de quais doenças nos colocam em risco. Isso inclui as doenças não transmissíveis, como hipertensão, obesidade e diabetes; doenças infecciosas, em sua maioria, mais controladas e menos causadoras de mortes, mas com desafios, como a dengue; e até as mortes por violência e acidentes, a terceira causa de mortes no país.

ESPECIAL SUS: PARTE 3 A vigilância do mundo

Tomar banho, escovar os dentes, tomar café da manhã. Ao fazer cada uma dessas atividades você está usando o Sistema Único de Saúde (SUS). No resto do dia, não é muito diferente. Isso porque há uma área do SUS responsável por evitar riscos à saúde, o que inclui a fiscalização de medicamentos, água, cosméticos, alimentos, e até o trânsito em portos e aeroportos. Essas são só algumas áreas que estão sob as ações da vigilância sanitária. Ao longo da história sempre houve um esforço para o controle da segurança e qualidade de alimentos, de medicamentos e das chamadas práticas de cura. As ações de fiscalização já existiam antes da criação do SUS, como parte da saúde pública praticada antes do sistema. Mas com sua criação, ficou definido na constituição que essas ações são ações de saúde.

ESPECIAL SUS: PARTE 2 O maior impasse do SUS

“É a política o motivo da diferença entre o sonho do SUS e a realidade”. A afirmação da médica e assistente social Kátia Maia, trabalhadora de um posto municipal de saúde, é a mesma de vários estudiosos brasileiros. O principal desafio do Sistema Único de Saúde (SUS) é político. Ao afirmar que a saúde é um direito de todos e um dever do estado, a constituição deixa claro que é o estado quem deve garantir os recursos financeiros necessários para que todos os brasileiros tenham acesso à saúde. E a decisão de quanto, como e qual parte do dinheiro cabe a cada esfera de governo é motivo de discussões e pressões políticas há anos. Em janeiro de 2012, a Emenda Constitucional 29, que dispõe sobre cada uma dessas questões, foi sancionada. O resultado foi considerado insatisfatório pelos militantes do SUS.

INOVAÇÃO Palhetas de bambu garantem qualidade e limpidez ao som da clarineta

O Bambu-Laboratório da Escola de Música da UFBA estuda espécies de bambus brasileiros para a produção de palhetas para clarinetas, envolvendo a atuação dos clarinetistas nesse processo. O projeto é coordenado pelo pesquisador Joel Luís da Silva Barbosa.

COMPORTAMENTO Brincadeiras na infância influenciam a vida adulta

Para a pesquisadora Ilka Bichara, a herança das brincadeiras das crianças constrói os adultos.

INOVAÇÃO Bactérias podem ajudar a recompor a mata ciliar

Engenheiro agrônomo realiza estudos para recomposição da mata ciliar do Rio São Francisco por meio de rizóbios e leguminosas.

SISTEMA BRAILLE Ledores dão forma ao mundo dos deficientes visuais

Leitura em voz alta por outra pessoa tem se traduzido como uma das melhores alternativas para garantir o contato do deficiente visual com o universo das letras.

ESPECIAL SUS: PARTE 1 Você conhece o SUS?

Você já deve ter ouvido falar que o Sistema Único de Saúde (SUS) é considerado um dos melhores sistemas de saúde pública do mundo, um modelo que vários países querem copiar. Mas não, a proposta desta série não é afirmar isso. Tampouco que as críticas a ele são infundadas, há sim muitos motivos para reclamar. Só que isso não quer dizer que o SUS seja um sistema ruim. Parece contraditório, mas a verdade é que o SUS é assim: contraditório, cheio de vitórias e fracassos e injustamente desigual. O que você vai ver nessa série de matérias é um lado do SUS pouco conhecido pela maioria dos brasileiros. A luta e a revolução no conceito de saúde que possibilitaram a criação de um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo. O que está por trás dos seus problemas, um embate político que dura anos. E as áreas não conhecidas como parte do sistema, ações de cuidado e proteção da sua saúde, muitas vezes invisíveis, mas que fazem com o SUS esteja presente nas mínimas ações do seu dia a dia. E com que todos sejam usuários do sistema.

MÍDIA E DIREITOS HUMANOS Violações de direitos humanos são constantes na mídia baiana

Centro de pesquisa da Ufba monitorou os programas televisivos Se Liga Bocão e Na Mira e os jornais Massa! e Correio*

INOVAÇÃO Indicação Geográfica reconhecerá especificidades da Farinha de Copioba

A farinha de copioba já tem sua qualidade e eficácia reconhecida pelo consumidores e caminha para o reconhecimento científico. A garantia da Identificação Geográfica ao produto identificará seu diferencial de qualidade em relação ao demais produtos comercializados na região, além de garantir o primeiro título deste porte à Bahia.